Um Mix

Após quatorze horas de debate, o Senado argentino aprovou na madrugada de hoje o casamento gay. A Argentina converteu-se assim no primeiro pais da América Latina e do Caribe e o décimo, no mundo, que legaliza o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.

Desafiando uma onda de frio polar, uma multidão de manifestantes esperou em frente ao Congresso até as 4h06m da madrugada, quando o controvertido projeto-de-lei foi finalmente aprovado por 33 votos a favor e 27 contra. Houve três abstenções.

Alex Freyre, de 39 anos, e Jose Maria Di Bello, de 41, o primeiro casal homossexual a casar-se em Buenos Aires.

Também na véspera da votação no Senado, mil pessoas se reuniram em outro ponto conhecido da cidade, em frente ao Obelisco, com vuvuzelas e panelaços, em apoio ao projeto.

Dias antes, simpatizantes já tinham realizado manifestação a favor do casamento em frente ao Congresso. Eles levavam cartazes que diziam: “O mesmo amor, os mesmos direitos”.

A postura da Igreja Católica levou a presidente a declarar que “o discurso da igreja recorda os tempos da inquisição”.

O líder do governo no Senado, senador Miguel Pichetto, disse, durante os debates no Senado: “Aqui não haverá mais casamentos do mesmo sexo só porque aprovamos esta lei. O objetivo desta norma é eliminar a discriminação”.

A senadora Maria Eugenia Estenssoro, da opositora Coalición Cívica, argumentou que o projeto é “necessário” para os casais do mesmo sexo. “Esta lei permitirá que os homossexuais possam assumir publicamente suas relações”, disse ela.

Outro líder opositor, o ex-presidente e senador Adolfo Rodríguez Saá, de uma ala dissidente do peronismo, afirmou ser contra o casamento gay e a favor da união civil entre as pessoas do mesmo sexo.

“Aqui é tudo ou nada. Com a união civil poderíamos resolver esta questão e encontrar um caminho de unidade para a sociedade argentina. Mas existem setores fundamentalistas que querem irritar e dividir a sociedade argentina”, afirmou.

O senador socialista Rubén Giustiniani, que votou a favor da lei, disse que o perfil da sociedade argentina mudou e por isso era o momento da aprovação do texto.

Segundo ele, dados oficiais indicam que 59% das famílias argentinas já não atendem ao perfil tradicional de pai, mãe e filhos. Mas de mães solteiras, casais separados e casais homossexuais.

Para o senador opositor Gerardo Morales, da UCR, apesar das polêmicas e disputas, “ganhou o debate cultural” no país, diante da participação da sociedade na discussão.

Fontes: O Globo; BBC.

Instituto Federal de Santa Catarina passa a aceitar inclusão do nome social em documentos

O Instituto Federal de Santa Catarina (IF-SC) decidiu aceitar o nome social de alunos e alunas transexuais e travestis em seus documentos escolares, principalmente na chamada escolar. A decisão veio depois que a aluna trans Patrícia de Castro, 29, pediu para ter seu nome alterado do masculino para o feminino.

Com a iniciativa de Patrícia, o Instituto aprovou em abril deste ano a deliberação CEPE/IFSC 006, regulamentando a inclusão do nome social nos registros acadêmicos. “É preciso acolher os alunos, considerando e respeitando suas diferenças”, aponta a presidente do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) e pró-reitora de Ensino do IF-SC, Nilva Schroeder.

Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/noticias/sc-aluna-trans-consegue-inclusao-de-nome-social-em-documentos.html

Numa noite de sábado de 1995, enquanto íam dançar, dois travestis foram abordados pela polícia. Não era permitida a circulação de homossexuais no centro de Tubarão / SC durante a noite. Presos, ambos souberam dar a volta por cima. Gabriela bateu a poeira dos sapatos após deixar a delegacia. Anos mais tarde, candidatou-se vereadora, tornou-se presidente de ONG e mestre em neurolinguística. Emanuel Machado, estudante de jornalismo da UNISUL, concorre a um prêmio na categoria “melhor grande reportagem” com este texto:

“Simplesmente Gabriela

Apagaram as luzes, mas estávamos com sorte. A noite era clara e o brilho da lua formava uma espécie de penumbra que ultrapassava o basculante entreaberto da cela. Graças a essa meia-luz, conseguia identificar o contorno dos rostos de alguns amigos que, infelizmente, me faziam companhia. Não me pergunte como eram capazes de dormir em uma situação daquelas. Eu, particularmente, estava me consumindo ao tentar encontrar uma explicação para tudo o que aconteceu. Sentada no chão frio de concreto, refletia sobre uma forma de modificar aquela realidade. Sobre as pernas estendidas, acomodava a cabeça de meu amigo Adelcio e lhe acariciava os cabelos‘. (Gabriela da Silva – 1995)

Desarmei o guarda-chuva e apertei o número de qualquer apartamento no interfone. Uma senhora atende:
_ O que deseja?
_ Boa noite. Você poderia me informar qual o apartamento da Gabi?
_ Gabi? Não conheço, não. Ah! É uma morena?
E eu, que não a via por muito tempo, respondi duvidoso:
_ Sim, essa mesma.
_ Apartamento 103. _ informou a senhora.

Como se não bastassem os calafrios causados pela pouca experiência de um estudante de jornalismo, também tremia com frio naquela noite chuvosa de outono. Liberando a entrada, subi as escadas. Fui bem recebido com um aperto de mãos e um beijo no rosto. Em um dos lados do espaçoso sofá de couro branco, sentei de forma que ficasse de frente para minha entrevistada. Ela estava muito à vontade e me surpreendeu, pois era mais comunicativa do que eu imaginava. Enquanto falava, observava com cuidado seus movimentos. Apesar de ter as unhas pintadas, o tamanho das mãos foi uma das características masculinas que pude perceber na transexual.

Meu objetivo em seu apartamento? Repercutir um fato que ocorreu em meados da década de 90. Não tive acesso ao material veiculado pelo rádio nessa época, mas o jornalismo tradicional divulgaria, mais ou menos, dessa forma: Dois homossexuais foram surpreendidos pela polícia enquanto caminhavam na Avenida Marechal Theodoro na noite passada. As autoridades tomaram tal atitude, pois a comunidade já havia sido informada de que estava proibida a circulação de homossexuais naquele local. Concordo que o texto é claro e objetivo, mas existem muito mais informações nas entrelinhas do que parece.

Ao nascer, Gabriela foi registrada pelos pais com o nome Jesualdo da Silva. Cresceu ao lado de seis irmãos na cidade de Lauro Muller. Como qualquer criança, chorou, sorriu, sentiu medo, enfrentou, pulou corda, sonhou… Porém, havia um diferencial. Bastava rodar a vinheta do programa Cassino do Chacrinha que ela corria para frente da TV. Seus olhinhos brilhavam diante das Chacretes, modelos de perfeição. ‘Eu quero ser como elas. Eu preciso dançar como elas‘. Desejos que ferviam no inocente coração de uma criança. Porém, o tempo se encarrega de nos dar lições. Gabriela percebeu que a vida não é feita só de danças. Segundo ela, para conquistar o respeito da sociedade, teve que estudar muito.

A entrevista prosseguia e, aos poucos, eu ficava com os olhos rasos de água. Não conseguia esconder a admiração por uma pessoa que, embora fosse colocada à margem da sociedade, conseguia ultrapassar seus limites. Já não enxergava somente a Gabriela transexual, mas sim, a Gabriela funcionária pública concursada que trabalha no Centro de Educação de Jovens e Adultos – CEJA. Enfim, estava maravilhado com a sabedoria e convicção de suas palavras. Era o mínimo que eu poderia esperar de alguém com 25 anos de magistério, mas talvez não tivesse levado em conta essa informação.

A entrevistada sabia que o tema da reportagem era violência, mas curtiu falar sobre sua vida pessoal. Acreditava que, dessa forma, pudesse contextualizar os fatos. Para ela, ser detida pela polícia não consistiu em um ato de violência física, mas sim, moral. A violação dos direitos humanos e o abuso de autoridade foram as causas da agressão. ‘Você não quer só o direito de comer e beber. Você quer ser livre e o ato violento acontece quando isso lhe é negado‘. Em alguns casos, a violência moral pode ser ainda mais dolorosa e duradoura que a violência física.

Apesar da avenida ainda movimentada,
ao longe podiam ouvir nossas risadas.
Depois de ficar uma semana toda a trabalhar,
nada melhor que um sábado à noite para sair e dançar.

Sob a imensidão do lindo céu azul marinho,
pontilhado de estrelas, lá íamos nós…
Para os ingênuos, duas santas,
Apesar da aparência atroz.

Gabriela lembra de quando os policiais pararam o carro. Estava junto do amigo Adelcio, também homossexual. Foram revistados e detidos sem apresentar resistência. Em seguida, levados para uma delegacia, onde receberam a informação de que estava proibida a circulação de “pessoas daquele tipo” na Avenida Marechal Theodoro. ‘Senhor, estávamos apenas caminhando até a danceteria‘. _ argumentou Adelcio, mas foi ignorado. ‘Temos o direito de telefonar para algum familiar‘. _ protestou Gabriela, mas não foi ouvida. Naquele mesmo local, havia uma repartição com grade de ferro. Foram encaminhados para lá, onde estavam outros homossexuais.

Gabriela diz que, o objetivo dos policiais era evitar a prostituição e o encontro de travestis, transexuais e gays que vinha acontecendo naquela avenida e causando constrangimento nos moradores. Reconhece que, alguns travestis com quem dividia a cela, foram detidos enquanto se prostituíam. Porém, o que mais restava para eles? ‘Muitos falam que a prostituição é opcional. Será mesmo? Muitas transexuais partem para essa atividade por que não são aceitas durante o dia. Por que não são vistas como seres humanos capazes de realizar qualquer outra função‘.

Nesse momento, fiz uma pausa. Surgiu uma dúvida, mas pensei uma ou duas vezes se deveria pedir esclarecimento. Parecia ignorância de minha parte, mas aprendi na faculdade que ‘jornalista bom é jornalista burro’. Ou seja, aquele que pergunta, pergunta, pergunta… No meu vocabulário faltaram palavras para formular a questão. Então, quase gaguejando, escapuliu:
_ Qual a diferença entre travesti e transexual?
Para minha surpresa, minha entrevistada não ficou surpresa. Ao contrário, disse que é comum esse tipo de dúvida. Explicou que o travesti é aquele sujeito que se veste como homem no dia-a-dia e como mulher em determinadas ocasiões. Já, as transexuais, incorporam a feminilidade o tempo todo. Retomando o assunto…

Gabriela lembra que, enquanto estava na cela, amigos e familiares tentaram intervir na decisão dos policiais para libertá-la. Eles argumentavam dizendo que os dois detentos tinham saído para dançar e não ‘fazer programa’, mas não adiantou. Na época, a transexual já era professora e não sabia de que forma justificaria tudo aquilo ao retomar seu trabalho. Por outro lado, se sentia apenas uma das vítimas daquela ‘caça as bruxas’. Recorda que, nos momentos de tensão, passava um filme em sua cabeça. O elenco era formado pela menina Chacrete, pela professora, pela garota das festas, pela Gabriela e pelo Jesualdo. Ambos se fundiam em uma só pessoa que estava reduzida a cinzas.

Lascava uma unha contra a outra. Outras vezes, tirava o esmalte com o dedão na boca. A ansiedade não permitia que minha perna esquerda se aquietasse, ficava balançando o tempo todo. A única coisa que me confortava era saber que usaria todo aquele preconceito e discriminação a meu favor. A dor só fortalece a velha Fênix, que ressurge das cinzas para voar ainda mais alto. À medida que o dia clareava, rompendo a escuridão daquela cela, eu tinha mais certeza disso. De repente, ouvi passos de alguém que se aproximava. Meus ouvidos também estavam sensíveis para identificar o barulho de um molho de chaves. O policial abriu as grades e chamou um dos meus nomes:
_ Jesualdo da Silva!
Foi um momento de glória para mim. Por que eu sabia que a frieza daquelas paredes não poderia segurar o meu coração que queimava. Naquele momento, eu me erguia para ser ainda mais ousada, para ser uma professora ainda melhor, para me candidatar ao cargo de vereadora daquela cidade e, até mesmo, ser presidenta de uma Ong em defesa aos homossexuais. Eu ainda levantava, quando o policial gritou:
_ Jesualdo da Silva!
Sacudi a poeira de meus pés ao sair daquele lugar. Olhei para os olhos da autoridade e disse:
_ Poupe seu vocabulário, policial. Pode me chamar de, simplesmente… Gabriela.

* Esse texto é uma ficção jornalística. Ou seja, baseado em fatos reais.”

A pré-candidata do PV à presidência, Marina Silva, disse nesta quinta-feira (15) que não vai posar para fotos com a bandeira símbolo do movimento gay. Marina foi acusada pelo vereador Sander Simaglio, do PV de Alfenas (MG), de esconder uma bandeira do movimento gay entregue por ele a ela. À Folha Online, Marina disse que tudo não passou de um ‘mal-entendido’.

‘Não vou levantar a bandeira (arco-íris), assim como não faço como os demais movimentos. Não costumo fazer esse tipo de coisa.’, disse a pré-candidata ao comentar o assunto. Marina citou como exemplo o Movimento dos Sem-Terra (MST), dizendo ser aliada mas não levantar, literalmente, a bandeira.

A senadora, evangélica, disse que é contra o casamento gay religioso. ‘Existem políticas públicas e nenhuma pessoa pode ser discriminada. Quando se trata de sacramento reivindico minhas questões de consciência como no caso do aborto’.

Em email, Sander Simaglio diz que Marina não quis estender a bandeira em ato em Belo Horizonte na sexta-feira.  ‘A senhora, para minha surpresa, dá um jeitinho de me abraçar com uma mão e com a outra, por baixo, esconder mais que depressa o símbolo da luta do movimento homossexual brasileiro’, diz texto.

Depois de Ricky Martin ter assumido a sua homossexualidade – pára tudo! Ele precisou assumir? –, a comunidade gay de Porto Rico, país natal do cantor, espera que o artista seja líder da causa na ilha caribenha. “Há quem pretende que ele se torne um ativista”, afirmou o editor do site Orgullo Boricua.

Contudo, há também quem pense que ainda é muito cedo para que o cantor porto-riquenho, “acabado de sair do armário”, se junte a qualquer tipo de iniciativa. O responsável pelo portal, que reúne a comunidade homossexual numa ilha onde não há qualquer tipo de associação para o efeito, lembrou que a classe política é bastante conservadora, destoando do sentimento do próprio povo.

Em Porto Rico – E no resto do mundo, diga-se de passagem –, a orientação sexual de Ricky Martin não era segredo desde há muitos anos, mas “trata-se de um processo que pode levar anos” – Hãm? –, explicou. Já Julio Serrano, ativista de defesa dos direitos humanos e da causa gay na ilha, mostrou o seu orgulho pelo artista ter assumido a sua homossexualidade. “É um dia glorioso para as comunidades lésbica, gay, bissexual e transsexual de Porto Rico”, declarou.

“Sinto-me orgulhoso por Ricky Martin ter anunciado que é um dos nossos”, uma vez que, pelo fato de ser uma pessoa tão querida e reconhecida, “dá esperança a milhares de jovens que estão lutando para aceitar a sua orientação sexual ou a sua identidade de gênero”, explicou o responsável.

O Comitê Contra a Homofobia e Discriminação, pelo seu lado, reconheceu a coragem de Ricky Martin por dar um passo tão importante como aceitar publicamente a sua orientação sexual, pedindo aos artistas porto-riquenhos para que se solidarizem com o colega e tomem como exemplo a sua atitude. Entretanto, o cantor René Pérez Joglar, da dupla Calle 13, já afirmou que Ricky é muito mais homem do que muitos que dizem sê-lo.

Dê uma olhada no que o nosso quereeeedo Aguinaldo Silva escreveu outro dia em seu blog:

AFINAL, HOMOFOBIA É O QUÊ?

Primeiro, deixem que eu vos diga: toda essa polêmica sobre a homofobia (ou não) do Marcelo Dourado a mim parecem raios gamas que se extraviaram no caminho do planeta Marte. Ao contrário do que apregoou ao vivo Pedro Bial, não sou fã do BBB. Mas não posso ignorar o fato de que, quando ele acontece se torna assunto nacional, e por isso não posso deixar de comentá-lo.

É o que faço agora, para discordar de comentário recente de Bruno Joel: a opção sexual dos participantes do BBB atual não estaria em jogo… Se ela não fosse ressaltada desde o começo de modo insofismável pelos concorrentes e pelo próprio programa. Houve até insinuações de que, além dos notórios e confessos, haveria outros “gays” escondidos nas dobras mais recônditas dos lençóis usados no programa.

Quanto à homofobia, ela é, como o machismo, a incapacidade de alguém compreender a opção do outro, e assim negar o seu direito de existir e ocupar um lugar no mundo. As mulheres têm um cantinho reservado no universo dos machistas, mas apenas como objetos. Quanto aos homossexuais, nem por isso: eles apenas “não prestam”. Foi essa a postura de Dourado em relação aos homossexuais “notórios” do programa desde o começo. Dourado não é homofóbico? Então por que os homofóbicos se consideram tão bem representados por ele?

Não foram os homossexuais do programa, foi o próprio Dourado quem expôs suas razões: ele se apresentou como homofóbico e machista, sim. Por isso, agora cabe aos que o defendem apresentar seus argumentos para negar isso, já que o próprio Dourado não o fará; pois ele não é burro – isso ele não é -, e sabe que, neste preciso momento, sua homofobia e seu machismo lhe dão vantagem no jogo e o levarão a vencê-lo.

O Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal que determine que a Rede Globo esclareça as formas de contágio do vírus HIV. O pedido foi apresentado na última terça-feira, 23 de março, em São Paulo, pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão Jefferson Dias.
O pedido é consequência de uma declaração, considerada homofóbica, feita pelo lutador Marcelo Dourado na décima edição do reality show Big Brother Brasil. Em programa que foi ao ar no dia 9 de fevereiro, Dourado disse que “homem hétero não pega aids”. E afirmou ainda que se um homem contrair o vírus é porque em algum momento ele teve uma relação homossexual. 


Após a repercussão das declarações, o apresentador do programa Pedro Bial afirmou ao vivo que “as opiniões e batatadas emitidas pelos participantes deste programa são de responsabilidade exclusiva dos participantes deste programa. Para ter acesso a informações corretas sobre como é transmitido o vírus HIV, acesse o site do Ministério da Saúde”.
Tanto o procurador Dias quanto o infectologista Ronaldo Hallal, coordenador das diretrizes de tratamento de aids no Ministério da Saúde, afirmam, entretanto, que a emissora é sim responsável por ter dado voz ao participante.
O pedido tem caráter liminar, e não há data para que seja cumprido pela Rede Globo. Para que tenha eficácia, porém, é necessário que isso ocorra até o próximo dia 30, data em que termina o reality show.
A Procuradoria da República de São Paulo já tem inquérito aberto para apurar a responsabilidade da Rede Globo sobre a declaração de Marcelo Dourado.

Só com conhecimento é que podemos nos libertar! A Justiça brasileira foi digna ao fazer este pedido à Rede Globo. Assinamos em baixo!

Quer saber?

Pode falar

Pedro leonardo em Papo de 5ª com JP (Freedo…
JESSICA M. em Andróginos X Andrógenos
Rita de Cássia Marti… em Papo de 5ª com JP (Freedo…
djonathan em O V do PV não é de Veado!
djonathan em Gays de Porto Rico querem que…

Pra crescer, basta olhar

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